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2025-02-20 00:00:00
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75
|
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
10_1_101_31_0001
| 51
| 29.727
|
Presidente, Sr. Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, quinto. Ex. ª falou-nos em paridade de género de uma maneira que me sensibilizou. E se não soubesse o que se passava na realidade, quase me levava a acreditar que, em Portugal, não vai haver mais discriminações de género, em termos de salários, de desemprego, de nomeações para cargos dirigentes e também a nível da vida pública. Na verdade, falar de paridade é fácil e bonito; a questão é pô-la em prática
|
muito obrigada senhor presidente senhor secretário de estado a presidência do conselho de ministros vossa insolência nos em paridade de género e lo de uma maneira que me sensibilizou e se não soubesse o que se passava na realidade quase me levava a acreditar que em portugal não há mais ou não vai haver mais discriminações de género em termos de salários de desemprego de nomeações para cargos dirigentes e também a nível da vida pública na verdade falar de paridade é fácil e é bonito a questão é la em prática
| null | 0.132813
|
2006-03-10
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Pedido de esclarecimento
|
Sessão de perguntas ao Governo - questionou o Governo sobre as medidas de promoção de igualdade de género. Pede esclarecimento a Jorge Lacão.
|
F
| 49
|
|
10_1_101_31_0002
| 51
| 12.184
|
Para nós, a paridade é a distribuição equitativa de cargos, é equilíbrio de números, mas é, sobretudo, no pleno exercício dos direitos humanos e na aplicação das práticas políticas
|
para nós a paridade é a distribuição equitativa de cargos é o equilíbrio de números mas é sobretudo no pleno exercício dos direitos humanos e na aplicação das práticas políticas
| null | 0.011299
|
2006-03-10
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Pedido de esclarecimento
|
Sessão de perguntas ao Governo - questionou o Governo sobre as medidas de promoção de igualdade de género. Pede esclarecimento a Jorge Lacão.
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F
| 49
|
|
10_1_101_31_0003
| 51
| 21.809
|
que ela assume a sua verdadeira dimensão. É que, Sr. Secretário de Estado, não é possível encontrar soluções comprometidas com o desenvolvimento social e económico e com a qualidade da democracia, sem o pleno enquadramento e participação das mulheres. A igualdade de género já está consagrada na legislação, mas continua, na prática, a ser atropelada, ferida e ameaçada
|
que ela assume a sua verdadeira dimensão é que senhor secretário de estado não é possível encontrar soluções comprometidas com o desenvolvimento social e económico e com a qualidade da democracia sem o pleno empoderamento e participação das mulheres a igualdade de género já está consagrada na legislação mas continua na prática a ser atropelada ferida e ameaçada
| null | 0.024793
|
2006-03-10
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Pedido de esclarecimento
|
Sessão de perguntas ao Governo - questionou o Governo sobre as medidas de promoção de igualdade de género. Pede esclarecimento a Jorge Lacão.
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F
| 49
|
|
10_1_101_31_0004
| 51
| 25.034
|
Por isso, Sr. Secretário de Estado, mais do mesmo, isto é, mais demagogia, mais hipocrisia política, mais enganos, mais areia para os nossos olhos, não, disto já estamos fartos e não queremos mais! Por isso, gostava de colocar-lhe as seguintes questões concretas: quais as medidas, claras e precisas, de promoção da igualdade de género, que o Governo pensa implementar
|
por isso senhor secretário de estado mais do mesmo isto é mais de uma vigia mais hipocrisia política mais enganos mais areia para os nossos olhos não senhor secretário de estado disso já estamos fartos e não queremos mais por isso gostava de declarar as seguintes questões e questões concretas quais as medidas medidas claras e precisas de promoção da igualdade de género que o governo pensa implementar
| null | 0.16129
|
2006-03-10
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Pedido de esclarecimento
|
Sessão de perguntas ao Governo - questionou o Governo sobre as medidas de promoção de igualdade de género. Pede esclarecimento a Jorge Lacão.
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F
| 49
|
|
10_1_101_31_0005
| 51
| 26.467
|
Como vai integrar a problemática da paridade na agenda política portuguesa e na agenda portuguesa da União Europeia, no segundo semestre de dois mil e sete? Como explica que, nas centenas de nomeações para cargos dirigentes, feitas pelo actual Governo, a esmagadora maioria sejam homens? Será que não há mulheres com mérito e com competência
|
segunda como vai integrar a problemática da paridade na agenda política portuguesa e na agenda portuguesa e da união europeia no segundo semestre de dois mil e sete como explica que nas centenas de nomeações para cargos dirigentes feitas pelo atual governo a esmagadora maioria sejam homens será que não há mulheres com mérito e com competência
| null | 0.031977
|
2006-03-10
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Pedido de esclarecimento
|
Sessão de perguntas ao Governo - questionou o Governo sobre as medidas de promoção de igualdade de género. Pede esclarecimento a Jorge Lacão.
|
F
| 49
|
|
10_1_101_31_0006
| 51
| 20.204
|
Finalmente, como explica, Sr. Secretário de Estado, que, num Governo de cinquenta e um membros , haja apenas e tão-somente cinco mulheres? Afinal, Sr. Secretário de Estado, onde está o exemplo, onde está a prática governativa da paridade de género
|
finalmente como explica o senhor secretário de estado que num governo de cinquenta e um membros dezasseis ministros e trinta e cinco secretários de estado haja apenas e tão somente cinco mulheres afinal senhor secretário de estado onde está o exemplo onde está a prática governativa da paridade de gênero
| null | 0.233553
|
2006-03-10
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Pedido de esclarecimento
|
Sessão de perguntas ao Governo - questionou o Governo sobre as medidas de promoção de igualdade de género. Pede esclarecimento a Jorge Lacão.
|
F
| 49
|
|
10_1_103_10_0001
| 51
| 18.122
|
a interpelação sobre a condução da ordem de trabalhos. Sr. Presidente, fiz uma pergunta ao Sr. Ministro e o Sr. Ministro
|
é mesmo uma interpelação sobre a condução da ordem de trabalhos senhor presidente eu fiz uma uma pergunta ao senhor ministro e o senhor ministro não não respondeu portanto com certeza por lapso em termos de de apontamento
| null | 0.479638
|
2006-03-16
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Interpelação à mesa
|
Sobre qual a situação em que se encontra o processo de construção dos novos hospitais, procurando saber quais as prioridades, os prazos e a calendarização.
|
F
| 49
|
|
10_1_103_10_0002
| 51
| 15.615
|
a situação em que se encontra o processo de construção dos novos hospitais, procurando saber quais as prioridades, os prazos e a calendarização. Fiz esta pergunta porque o Sr. Ministro, no
|
fiz uma pergunta muito clara sobre os novos hospitais e sobre a situação em que se encontrava o processo de construção dos novos hospitais as prioridades os prazos e a calendarização tanto mais que o senhor ministro o senhor presidente no final do
| null | 0.54251
|
2006-03-16
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Interpelação à mesa
|
Sobre qual a situação em que se encontra o processo de construção dos novos hospitais, procurando saber quais as prioridades, os prazos e a calendarização.
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F
| 49
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|
10_1_103_10_0003
| 51
| 21.706
|
no dia dezasseis de Dezembro, anunciou nesta Câmara adjudicações para Março. Ora, estamos em Março e penso que era importante que o Sr. Ministro nos desse uma resposta que, confesso, não sei como obter. Pode ser que durante este debate o Sr. Ministro ainda tenha tempo de responder a estas questões
|
no ano passado em dezembro nesta câmara mais precisamente no dia dezasseis de dezembro anunciou adjudicações para março ora estamos em março senhor presidente e por isso eu acho que era importante haver uma resposta sobre isso e eu não sei como é que é ido obter senhor presidente pode ser que durante este debate o senhor ministro ainda tenha tempo de dar uma resposta a estas questões muito obrigada senhor presidente
| null | 0.4821
|
2006-03-16
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputada
|
Interpelação à mesa
|
Sobre qual a situação em que se encontra o processo de construção dos novos hospitais, procurando saber quais as prioridades, os prazos e a calendarização.
|
F
| 49
|
|
10_1_107_18_0001
| 1,280
| 28.942
|
Presidente, Senhoras e Srs. Deputados: Confesso que duvido, neste momento, se algumas das afirmações que foram feitas correspondem a desconhecimento da prestação que está hoje, aqui, em debate
|
senhor presidente senhoras e senhores deputados eu confesso que duvido neste momento se algumas das afirmações que foram feitas correspondem a desconhecimento da prestação que está aqui hoje em debate ou a uma objetiva intenção de distorcer a realidade mas isso é pouco relevante vamos à verdade
| null | 0.383051
|
2006-03-31
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Apreciação parlamentar n.º 13/X - do Decreto-Lei n.º 232/2005, de 29 de Dezembro, que cria o complemento solidário para idosos.
|
M
| 53
|
|
10_1_107_20_0001
| 1,280
| 29.13
|
Há temas mais interessantes para fazer humor e este é muito pouco feliz, Sr. Deputado António Filipe. Sr. Deputado Adão Silva, aquilo que gostaria de lhe dizer é que o Governo aprovou esta legislação para cumprir um objectivo do seu Programa e vai cumprir esse objectivo, com rigor e com eficiência. O número de beneficiários
|
há temas mais interessantes para fazer humor e esse foi muito pouco folido senhor deputado aquilo que eu posso dizer o que eu gostaria de dizer ao senhor deputado adão silva é que o governo aprovou esta legislação para cumprir um objetivo do seu programa e vai cumprir o objetivo desse programa vai lo com rigor e com eficiência o número de beneficiários
| null | 0.279661
|
2006-03-31
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Apreciação parlamentar n.º 13/X - do Decreto-Lei n.º 232/2005, de 29 de Dezembro, que cria o complemento solidário para idosos. Responde a Adão e Silva.
|
M
| 53
|
|
10_1_114_38_0001
| 592
| 16.382
|
Presidente, com serenidade, gostaria de recordar o que quinto. Ex. ª disse: que a votação em causa era feita por levantados e sentados e que esse resultado seria reconfirmado por via electrónica
|
não senhor presidente com serenidade eu gostaria de recordar o que vossa essência disse é que se por levantados e sentados e esse resultado era reconfirmado por via eletrónica
| null | 0.337143
|
2006-04-20
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Interpelação à mesa
|
Repetição da votação da Lei da paridade.
|
M
| 61
|
|
10_1_114_38_0002
| 592
| 25.205
|
Todos sabemos que há problemas neste sistema, problemas que resultam do facto de ele ter sido introduzido no Plenário sem ter sido feito o levantamento de todas estas tribunas. Portanto, o sistema não é fiável porque aqui circulam aqui correntes fortes e correntes fracas. Se
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todos sabemos que há problemas aqui neste sistema e que resultam do facto de este sistema ter sido introduzido aqui no plenário sem se ter feito o levantamento de todas estas tribunas e portanto não é fiável porque aqui circulam correntes fortes e correntes fracas e portanto não é fiável
| null | 0.253472
|
2006-04-20
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Interpelação à mesa
|
Repetição da votação da Lei da paridade.
|
M
| 61
|
|
10_1_114_38_0003
| 592
| 15.342
|
O que recordo a quinto. Ex. ª, Sr. Presidente, é que foram contados pela via possível, a electrónica, os votos, mas não foram contados por levantados e por sentados. Portanto
|
portanto se o senhor décimo deixasse falar portanto eu o que recordo a vossa excelência é que foram contados pela via possível eletrónica os votos não foram contados os levantados e sentados e portanto
| null | 0.393035
|
2006-04-20
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Interpelação à mesa
|
Repetição da votação da Lei da paridade.
|
M
| 61
|
|
10_1_114_38_0004
| 592
| 19.778
|
nenhuma recontagem, o que se pretende é contar aqueles que se levantaram e os que se sentaram, porque essa é a única via fiável - um processo, porventura, ultrapassado - para saber quem votou e quem não votou
|
o que eu acho era que não há nenhuma recontagem aqui prevista o que há é que contar aqueles que se levantaram e aqueles que se sentaram porque isso é a única via fiável ainda é um processo porventura ultrapassado mas é a única via fiável de saber quem votou ou quem não votou
| null | 0.338182
|
2006-04-20
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Interpelação à mesa
|
Repetição da votação da Lei da paridade.
|
M
| 61
|
|
10_1_114_38_0005
| 592
| 14.607
|
Outros artifícios são expedientes de recurso que não fica bem apresentar aqui, quando se está a votar uma lei desta dimensão e profundidade
|
outros artifícios são expedientes de recurso que não ficam bem serem aqui apresentados quando está a votar uma lei desta dimensão uma lei desta profundidade muito obrigado
| null | 0.280702
|
2006-04-20
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Interpelação à mesa
|
Repetição da votação da Lei da paridade.
|
M
| 61
|
|
10_1_115_14_0001
| 1,280
| 27.509
|
Presidente, Sr. Deputado António Chora, voltemos, então, à questão do subsídio de desemprego. Na verdade, temos de olhar para a reforma de uma prestação tão importante como esta no seu conjunto e temos de olhar para o processo de concertação social
|
muito obrigado senhor presidente senhor deputado antónio chora voltemos à questão do subsídio de desemprego senhor deputado nós temos que olhar para uma reforma de uma prestação tão importante como esta no seu conjunto e temos que olhar para o processo de concertação social
| null | 0.189781
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0002
| 1,280
| 27.048
|
tendo em atenção o seu valor intrínseco e as suas consequências. É certo que a existência de um consenso não é tudo, mas é muito. Ora, o consenso que se gerou acerca das mudanças no subsídio de desemprego foi um consenso muito alargado e incidiu sobre muitos aspectos concretos. É falso
|
tendo em atenção o seu valor intrínseco e as suas consequências é certo que haver um consenso não vale tudo mas haver um consenso vale muito e o consenso que se gerou acerca das mudanças no subsídio de desemprego foi um consenso muito alargado e em muitos aspetos concretos e é falso
| null | 0.208481
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0003
| 1,280
| 23.6
|
e é um consenso orientado apenas neste ou naquele sentido. É fácil dizê-lo, mas não é verdade, porque, como já foi afirmado por mim e pelo Sr. Secretário de Estado, as exigências colocadas ao Estado para o apoio aos desempregados são maiores do que aquelas que existiam até agora. Na verdade, as penalizações
|
senhor deputado dizer que é um consenso apenas orientado neste ou naquele sentido é fácil dizer isso mas não é verdade não é verdade porque como já foi dito por mim e pelo senhor secretário de estado as exigências colocadas ao estado para apoio aos desempregados são maiores do que aquelas que exigem hoje porque as penalizações
| null | 0.268293
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0004
| 1,280
| 29.266
|
para os infractores, nomeadamente para as empresas, são hoje muito mais graves do que eram no passado, visto que o regime do mútuo acordo para despedimento, com a consequente prestação de desemprego, foi alterado de forma significativa, com o acordo de todos os parceiros sociais, com excepção de um. Aliás, foi este o único aspecto que não obteve consenso. Para além disto, as regras
|
para quem infringe nomeadamente as empresas que são muito mais agravadas do que eram no passado porque o recurso ao mútuo acordo para despedimento e depois com prestação de desemprego foi alterado de forma significativa com um acordo com consenso de todos os parceiros sociais nesse aspeto menos um e foi esse o único aspeto que não teve consenso porque de facto as regras
| null | 0.263441
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0005
| 1,280
| 26.024
|
que regulam o subsídio de desemprego em aspectos tão importantes como o de saber o que é o emprego conveniente foram, de facto, significativamente alteradas - mas foram-no no bom sentido. Estou certo de que o Sr. Deputado não está de acordo comigo, mas julgo que ninguém percebe - principalmente os milhões de trabalhadores portugueses
|
que regulam o subsídio de desemprego em aspetos tão importantes como o que é o emprego conveniente foram de facto alteradas significativamente e foram no bom sentido eu sei que o senhor deputado eu sei que o senhor deputado poderá decerto não estará de acordo comigo mas eu julgo que ninguém percebe e principalmente não percebem os milhões de trabalhadores portugueses
| null | 0.271003
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0006
| 1,280
| 28.788
|
que seja permitido que alguém que está a receber um subsídio de desemprego pago pela solidariedade nacional de quem contribui rejeite um emprego sob a justificação de que o período de deslocação é muito grande, sobretudo quando este período é inferior ao que praticam milhões de trabalhadores em Portugal. A manutenção da possibilidade dessa prática era algo de ofensivo para a equidade social
|
que seja permitido a alguém que está a receber um subsídio de desemprego que é pago pela solidariedade nacional por quem contribui e que possa rejeitar o emprego sob a justificação de que o período de deslocação é muito grande quando ele é inferior àquele que praticam efetivamente milhões de trabalhadores portugueses hoje em portugal e se a manutenção da possibilidade dessa prática era algo de ofensivo para a equidade social
| null | 0.207944
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0007
| 1,280
| 26.723
|
Por isso, foi bem mudada e, por isso, o consenso, nomeadamente com as confederações sindicais, foi histórico, porque estas mudanças são muito significativas. Quando o Sr. Deputado faz a leitura de quem perde e de quem ganha, tem de ver a pintura toda e não apenas um bocadinho do quadro
|
e por isso foi bem mudado e por isso o consenso nomeadamente as conversões sindicais foi um consenso histórico eu digo mesmo histórico neste aspeto porque estas mudanças são de facto muito significativas e quando o senhor deputado faz a leitura de quem perde e quem ganha ó senhor deputado temos que ver a pintura toda e não apenas um bocadinho do quadro
| null | 0.285311
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0008
| 1,280
| 19.061
|
confundir com facilidade uma obra prima com uma falsificação Sr. Deputado, aquilo que quinto. Ex. ª verá se olhar para o consenso obtido é que, de facto, houve uma alteração
|
por senão podemos concluir confundir com facilidade uma prima com uma falsificação senhor senhor deputado senhor deputado aquilo que o senhor deputado deverá se olhar para o consenso obtido é que houve de facto uma alteração
| null | 0.383929
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0009
| 1,280
| 23.02
|
houve uma alteração, nomeadamente nos períodos de concessão, mas que não é toda no mesmo sentido e que beneficia um conjunto alargado de trabalhadores. Direi mesmo que beneficia mais trabalhadores do que eventualmente aqueles que verão o seu período de concessão reduzido. Posso dar-lhe os dados e o senhor constatará que há mais trabalhadores hoje desempregados que vão ver o seu período de concessão aumentado do que o contrário
|
houve uma alteração nomeadamente nos períodos de concessão mas uma alteração que não é toda no mesmo sentido uma alteração que beneficia um conjunto alargado de trabalhadores até direi mais beneficia mais trabalhadores do que aqueles que eventualmente verão o seu período de concessão reduzido lhe dar os dados há mais trabalhadores hoje desempregados que vão ver o seu período de concessão aumentado do que o contrário
| null | 0.221957
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0010
| 1,280
| 26.86
|
Porquê? Porque se valoriza a contributividade e porque se tem em atenção a idade dos desempregados, o que é extremamente importante. Estas são, pois, mudanças de enorme importância. Srs. Deputados, julgo que seria extremamente importante que, face a este consenso, pudesse haver também um consenso alargado na sociedade portuguesa e
|
porquê porque se valoriza a contributividade porque se tem em atenção a idade dos desempregados e isso é extremamente importante são pois mudanças de enorme importância e quem e senhores deputados julgo que seria extremamente importante que face a este consenso pudesse haver também um consenso alargado na sociedade portuguesa e
| null | 0.082067
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0011
| 1,280
| 25.648
|
nos partidos políticos sobre a necessidade e o sentido geral desta mudança. Finalmente, respondo à questão que o Sr. Deputado colocou
|
nos partidos políticos sobre o a necessidade desta mudança e o sentido geral desta mudança finalmente acerca da questão que o senhor deputado colocou relativamente aos aos problemas da da opel e de outras empresas que face às quais têm chamado se tem colocado questões sobre a sua continuidade
| null | 0.587031
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0012
| 1,280
| 28.464
|
Deputado, todos nós temos a consciência desses riscos e desses problemas, que atingem, infelizmente, um conjunto grande de empresas situadas em Portugal. Nalguns destes casos, verificam-se soluções desfavoráveis, mas noutros, felizmente, há soluções positivas. O Sr. Deputado, contudo, está muito bem colocado
|
senhor deputado todos nós temos a consciência desses riscos e desses problemas esses problemas atingem infelizmente um conjunto de empresas que estão situadas em portugal muitas empresas infelizmente nalguns casos com soluções desfavoráveis noutros casos felizmente com soluções positivas e o senhor deputado está muito bem colocado
| null | 0.307229
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_14_0013
| 1,280
| 12.099
|
para saber que este Governo tudo tem feito para manter em Portugal as empresas que fazem falta e que são importantes para o nosso crescimento e para o nosso desenvolvimento. O Sr. Deputado sabe-o muito bem
|
para saber que este governo tudo tem feito para manter em portugal as empresas que fazem falta e que são importantes para o nosso crescimento e para o nosso desenvolvimento o senhor deputado o muito bem
| null | 0.039604
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Chora.
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M
| 53
|
|
10_1_115_18_0001
| 1,280
| 24.607
|
Presidente, Sr. Deputado Arménio Santos, voltemos à questão do desemprego. Faço-lhe a si o mesmo desafio que fiz ao seu colega de bancada. Encontre uma, repito, uma afirmação minha, perante a comunicação social ou perante qualquer outra plateia
|
muito obrigado senhor presidente senhor deputado arménio santos voltemos à questão do desemprego eu lhe assim o mesmo desafio que fiz ao seu colega de bancada encontro uma uma afirmação minha perante a comunicação social ou perante qualquer outra plateia
| null | 0.15748
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Arménio Santos.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_18_0002
| 1,280
| 28.721
|
em que eu não tenha dito, acerca do desemprego, que o que se está a passar, as oscilações que existem não são respostas de fundo à questão do desemprego, que essa terá que vir de uma alteração da situação económica, de uma inversão da situação económica, que, obviamente, sinais positivos são melhores que sinais negativos, mas que a mudança de fundo, infelizmente, não está aqui ao alcance das nossas mãos
|
em que eu não tenha dito acerca do desemprego que o que se está a passar as oscilações que existem não são respostas de fundo à questão do desemprego que isso terá que vir de uma alteração da situação económica de uma inversão da situação económica que obviamente sinais positivos são melhores do que sinais negativos mas que a mudança de fundo infelizmente não está aqui ao alcance das nossas mãos
| null | 0.012563
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Arménio Santos.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_20_0001
| 1,280
| 17.645
|
Presidente, Senhora Deputada Custódia Fernandes, julgo que uma avaliação, um estudo e uma utilização intensa
|
muito obrigado senhor presidente senhora deputada eu julgo que uma avaliação um estudo e uma utilização intensa
| null | 0.351351
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
|
M
| 53
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|
10_1_115_20_0002
| 1,280
| 28.498
|
da informação produzida no Livro Verde sobre as Relações Laborais serão da maior importância para podermos construir uma revisão sustentada da legislação laboral. Não uma revisão de ocasião, não uma revisão de uma maioria, mas, sim, uma revisão que perdure, que seja ágil e flexível e que sirva, efectivamente
|
da informação produzida no livro verde sobre as relações laborais será da maior importância para podermos construir uma revisão sustentada da legislação laboral não uma revisão de ocasião não uma revisão de uma maioria mas uma revisão que perdure que seja ágil e flexível e que sirva efetivamente
| null | 0.023649
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_20_0003
| 1,280
| 29.948
|
quer a competitividade quer a defesa dos direitos fundamentais dos trabalhadores. A contratação colectiva em Portugal tem problemas sérios, continua com problemas sérios, e não foi ainda possível desbloquear muitos deles. Houve, de facto, uma queda significativa dos números da contratação, depois da aprovação do Código do Trabalho, e não houve ainda a suficiente recuperação dessa queda
|
quer a condutividade quer a defesa dos direitos fundamentais dos trabalhadores a contratação coletiva em portugal tem problemas sérios continua com problemas sérios não foi ainda possível desbloquear muitos deles houve de facto uma queda significativa dos números da contratação depois da aprovação do código de trabalho e não houve ainda a suficiente recuperação dessa queda
| null | 0.024
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_20_0004
| 1,280
| 22.594
|
julgo que existem sinais positivos, nomeadamente nos últimos meses, de relançamento muito significativo da negociação colectiva em Portugal em sectores em que ela há muito que não existia. E esto
|
mas eu julgo que existem sinais positivos nomeadamente nos últimos meses de relançamento muito significativo da negociação coletiva em portugal em setores em que ela há muito que não existia em setores em que ela há muito que não existia e estou
| null | 0.228571
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_20_0005
| 1,280
| 19.761
|
com uma convicção profunda e também, permitam-me que o diga, com uma grande esperança de que esse relançamento da negociação em sectores tão importantes como o têxtil, o calçado e o vestuário possa vir, como já está a acontecer em alguns casos, a produzir resultados no sentido da renovação da contratação colectiva
|
com uma convicção profunda e também permitam com uma grande esperança que esse relançamento da negociação em setores tão importantes como o texto como o calçado como o vestuário possa vir como já está a acontecer nalguns casos a produzir resultados no sentido da renovação da contratação coletiva
| null | 0.108108
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_20_0006
| 1,280
| 25.256
|
Uma legislação laboral que não incentive a contratação colectiva e uma contratação colectiva que não modernize as relações de trabalho em Portugal estão condenadas a ficar de fora das relações sociais, e isso está bem patente no Livro Verde, que mostra que muitas das dimensões de regulação das relações de trabalho não têm a ver com a contratação, não têm a ver com a norma
|
porque uma legislação laboral que não incentive a contratação coletiva e uma contratação coletiva que não modernize as relações de trabalho em portugal estão condenadas a ficar de fora das relações sociais e isso está bem patente no livro verde que mostra que muitas das dimensões de regulação das relações de trabalho não têm a ver com a contratação não têm a ver com a norma
| null | 0.023936
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
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M
| 53
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|
10_1_115_20_0007
| 1,280
| 22.44
|
livremente assumida, têm muito mais a ver com relações de poder exclusivas ao universo empresarial e não reguladas por qualquer tipo de acordo
|
livremente assumida mas tem muito mais a ver com relações de poder exclusivas ao universo empresarial e não reguladas por qualquer tipo de acordo os parceiros fiéis e as forças políticas em portugal têm agora na minha opinião uma responsabilidade que é uma responsabilidade histórica
| null | 0.5053
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
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M
| 53
|
|
10_1_115_20_0008
| 1,280
| 24.625
|
No momento em que este debate está a ser produzido na União Europeia e em que a própria OCDE está a rever a sua estratégia de emprego e os seus conceitos em termos das relações laborais, os parceiros sociais e as forças políticas em Portugal têm agora, na minha opinião, uma oportunidade, que tem de ser concretizada com sentido de urgência mas também com sentido de responsabilidade, que é histórica, para renovar a nossa contratação colectiva
|
de conseguir num momento em que este debate está a ser produzido na união europeia que a própria ocde está a rever a sua estratégia de emprego e o seus conceitos em termo das relações laborais temos uma oportunidade que tem que ser concretizada com sentido de urgência mas também com sentido de responsabilidade para de facto renovar a nossa contratação coletiva
| null | 0.331492
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
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M
| 53
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|
10_1_115_20_0009
| 1,280
| 8.345
|
fiéis ao modelo social europeu, mas também sabendo que a modernidade exige mudança
|
fiéis ao modelo social europeu mas também sabendo que a modernidade exige mudança
| null | 0
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Custódia Fernandes.
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M
| 53
|
|
10_1_115_22_0001
| 1,280
| 28.259
|
Deputado Jorge Machado, em relação ao subsídio de desemprego e à forma legislativa de concretizar o consenso obtido na concertação social, quinto. Ex. ª perguntou-me de que é que eu tenho medo
|
muito obrigado senhor presidente de facto posso responder posso responder ao senhor deputado ao senhor deputado o subsídio de desemprego e a forma legislativa de concretizar o consenso produzido na concertação social o senhor deputado me de que é que eu tinha medo
| null | 0.439394
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
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M
| 53
|
|
10_1_115_22_0002
| 1,280
| 25.086
|
Não vou fazer a listagem dos meus medos, mas, seguramente, vir aqui à Assembleia da República discutir uma iniciativa legislativa do Governo não faz parte desses medos
|
não vou fazer a listagem dos meus medos mas seguramente que vir aqui à assembleia da república vir aqui à assembleia da república discutir uma iniciativa legislativa do governo não faz parte desses medos a razão de o governo optar pelo lei é porque julga como aliás aconteceu no passado frequentemente que esta
| null | 0.470968
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_24_0001
| 1,280
| 16.518
|
Presidente, Senhora Deputada Teresa Caeiro, ainda sobre a questão dos desempregados inscritos, creio que não queria referir-se ao subsídio de desemprego. Foi um lapso, por certo
|
muito obrigado senhor presidente senhora senhora deputada ainda a questão dos desempregados inscritos creio que não se queria referenciar o subsídio de desemprego quando falou foi um lapso certo
| null | 0.365979
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Teresa Vasconcelos Caeiro.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_24_0002
| 1,280
| 25.256
|
Senhora Deputada, há perguntas que fazem muito pouco sentido, ... ... porque, se a Senhora Deputada olhasse bem para os números, verificava que o comportamento nas regiões foi diferente. Como o é, todos os meses. Com as metodologias mudadas ou por mudar, também poderá perguntar porque é que na Madeira diminui, se lá não se aplica
|
ó ó senhor deputado há há perguntas que que fazem muito pouco sentido porque se a senhora deputada olhasse também para os números ia verificar que o comportamento o senhor deputado que fez a a questão colocou a questão inicialmente que o comportamento nas regiões foi diferente como é em todos como é em todos os meses com as metodologias mudadas ou por mudar o senhor deputado também poderá perguntar então porque é que a madeira diminuiu se lá não se aplica
| null | 0.331155
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Teresa Vasconcelos Caeiro.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_29_0001
| 1,280
| 25.358
|
residente, Sr. Deputado Nuno Antão, gostaria de, em primeiro lugar, reforçar a ideia de que o Programa Nova Oportunidades não é uma sigla, não é um instrumento de propaganda
|
senhor presidente senhores e senhores deputados eu gostaria em primeiro lugar de reforçar a ideia de que o programa novas oportunidades não é uma sigla não é um instrumento de propaganda se os senhores deputados se os senhores deputados quiserem se a nós
| null | 0.429134
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Nuno Antão.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0001
| 1,280
| 24.42
|
Presidente, Senhoras e Srs. Deputados: A área de actividade governativa que hoje está presente neste debate é uma área que se cruza particularmente com diversas dimensões da actual situação económica e social. Por razões de limitação de tempo
|
senhor presidente senhoras e senhores deputados a área de atividade governativa que hoje está presente neste debate é uma área que se cruza particularmente com diversas dimensões da atual situação económica e social por razões de limitação de tempo
| null | 0.056452
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0002
| 1,280
| 18.583
|
o, nesta intervenção inicial vou apenas debruçar-me sobre algumas das principais áreas da responsabilidade do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. Em primeiro lugar, as questões do sistema de segurança social
|
vou nesta intervenção inicial apenas colocar algumas questões sobre algumas das principais áreas da responsabilidade do ministério do trabalho e da solidariedade social em primeiro lugar as questões do sistema de segurança social
| null | 0.113537
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0003
| 1,280
| 27.423
|
A conjuntura que vivemos é difícil e exige respostas determinadas, profundas e consistentes. Exige respostas que combinem um adequado ajustamento a uma conjuntura que é particularmente difícil - como sabemos, vimos de uma situação em que
|
a conjuntura em que vivemos é uma conjuntura difícil que exige respostas determinadas respostas profundas e respostas consistentes exige respostas que combinem um adequado ajustamento a uma conjuntura que é particularmente difícil como sabemos vivemos numa situação em que existe um défice
| null | 0.214533
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0004
| 1,280
| 26.945
|
o sector contributivo da segurança social, existe um défice - com uma resposta estratégica aos problemas que se colocam e que têm a ver com a sustentabilidade deste mesmo sistema de segurança social. É, pois, essencial que consigamos percorrer um caminho no sentido de dar resposta aos problemas de desequilíbrio no presente mas também de construção de respostas para o futuro
|
no setor contributivo da segurança social pela primeira vez na sua história com uma resposta estratégica aos problemas que se colocam e que têm a ver com a sustentabilidade deste mesmo sistema de segurança social é pois essencial que consigamos percorrer um caminho de resposta aos problemas de desequilíbrio do presente mas também de construção de respostas para o futuro
| null | 0.120968
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0005
| 1,280
| 4.198
|
O caminho que tem vindo a ser seguido vai precisamente nesses dois sentidos
|
o caminho que está a ser seguido é um caminho precisamente nesses dois sentidos
| null | 0.227848
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0006
| 1,280
| 26.331
|
Afirmo com segurança, ainda que com a noção da dimensão dos problemas, que estamos a alcançar bons resultados nas respostas conjunturais aos problemas da segurança social, nomeadamente pelo efeito de uma política muito activa de combate à fraude e à evasão fiscais que tem permitido uma subida significativa das contribuições para a segurança social
|
e afirmo com segurança ainda que com a noção da dimensão dos problemas que estamos a alcançar bons resultados nas respostas conjunturais aos problemas da segurança social nomeadamente pelo efeito de uma política muito ativa de combate à fraude e à evasão fiscal que tem permitido uma subida significativa das contribuições para a segurança social
| null | 0.014451
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0007
| 1,280
| 28.293
|
Fizemos também o que nos tínhamos comprometido: o balanço da situação estratégica dos problemas de longo prazo. Assim, muito em breve, apresentaremos as medidas que vão conseguir dar uma resposta positiva a esses mesmo problemas estratégicos. Uma segunda área, também de enorme importância, tem a ver com as políticas activas de emprego e formação
|
mas fizemos também o que nos tínhamos comprometido o balanço da situação estratégica dos problemas de longo prazo e apresentaremos muito em breve as respostas que pretendem e que vão conseguir dar uma resposta positiva a estes mesmos problemas estratégicos uma segunda área também de enorme importância tem a ver com as políticas ativas de emprego e formação
| null | 0.108939
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0008
| 1,280
| 18.139
|
Vivemos, também aqui, uma situação muito exigente, na qual, por via da importância e da dimensão da situação conjuntural, atingimos uma das mais elevadas taxas de desemprego na nossa história recente
|
vivemos também aqui uma situação muito exigente uma situação em que por via da importância e da dimensão da situação conjuntural atingimos uma das mais elevadas taxas de desemprego da nossa história recente
| null | 0.07767
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0009
| 1,280
| 26.553
|
ao mesmo tempo, estamos a viver um processo de reestruturação económica com consequências pesadas no nosso tecido produtivo e na nossa sociedade. É, pois, necessário, também aqui, cominar uma resposta conjuntural com uma resposta estrutural. Estamos a construir políticas activas mais fortes mas também mais estruturantes relativamente ao futuro. Por exemplo
|
e ao mesmo tempo estamos também a viver um processo de reestruturação económica com consequências pesadas no nosso sentido produtivo e na nossa sociedade é pois também aqui necessário combinar uma resposta conjuntural com uma resposta estrutural estamos a construir políticas ativas mais fortes mas também mais estruturantes relativamente ao futuro por exemplo
| null | 0.1
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0010
| 1,280
| 22.151
|
em dois mil e cinco, aumentou em catorze por cento o número de jovens em estágios profissionais, em dez por cento o apoio a iniciativas locais de emprego e em quarenta e cinco por cento uma aposta que combina claramente as questões de conjuntura com a questão estratégica
|
em dois mil e cinco em dois mil e cinco crescemos catorze por cento o número de jovens em estágios profissionais dez por cento o apoio a iniciativas locais de emprego de emprego e quarenta e cinco por cento numa aposta que combina aqui claramente as questões de conjuntura com as questões estratégicas
| null | 0.149502
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0011
| 1,280
| 24.966
|
quarenta e cinco por cento no investimento nos cursos de educação e formação para jovens, uma resposta que não pode deixar de constituir um pilar da nossa ambição estratégica integrada no programa Novas Oportunidades, cujo objectivo, como foi apresentado nesta Assembleia, é o de mudar substancialmente o nosso perfil de qualificações até dois mil e dez
|
um investimento que cresceu quarenta e cinco por cento nos cursos de educação e formação para jovens uma resposta que não pode deixar de constituir um pilar da nossa ambição estratégica integrada no programa novas oportunidades que tem como objetivo como aqui foi apresentado nesta assembleia mudar substancialmente o nosso perfil de qualificações em dois mil e dez
| null | 0.169863
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0012
| 1,280
| 23.396
|
A terceira área é a de reforço das políticas de inclusão social. Muito particularmente em tempo de dificuldades, não podemos deixar de construir respostas exigentes para os problemas da exclusão social. Está aí, no terreno, o complemento solidário para idosos
|
mas também e terceira área reforçar as políticas de inclusão social mesmo em tempos de dificuldades e até muito em particular em tempos de dificuldades não podemos deixar de construir respostas exigentes aos problemas da exclusão social está aí a ser afirmado no terreno o complemento solidário para idosos
| null | 0.281046
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0013
| 1,280
| 29.01
|
Reforçámos a dimensão inclusiva do rendimento social de inserção. Lançámos, pela primeira vez, um plano nacional para as pessoas com deficiência e estamos a lançar o plano de apoio à rede de equipamentos sociais. Tudo isto são metas ambiciosas que já estamos a construir, para hoje mas também para o futuro. Finalmente, uma palavra para referir que, em todas estas dimensões
|
reforçámos a dimensão inclusiva do rendimento social de inserção lançámos pela primeira vez um plano nacional para as pessoas com deficiência e estamos a lançar o plano de apoio à rede de equipamentos sociais tudo isto metas ambiciosas que estamos já a construir para hoje mas também para o futuro finalmente uma palavra para referir que em todas estas dimensões
| null | 0.027624
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_2_0014
| 1,280
| 22.611
|
e noutras que são fundamentais nesta área, existe um pilar fundamental, a aposta no diálogo social. Os resultados que conseguimos em termos de consenso acerca do subsídio de desemprego são resultados que apontam o caminho certo, o caminho da reforma, pensando no futuro mas apostando na concertação social
|
e outras que são fundamentais nesta área existe um pilar fundamental a aposta no diálogo social e os resultados que conseguimos no consenso acerca do desemprego são resultados que apontam o caminho certo o caminho da reforma pensando no futuro mas apostando na concertação social muito obrigado
| null | 0.139456
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_4_0001
| 1,280
| 22.406
|
tentar responder a todas as questões que colocou e que agradeço. Em primeiro lugar, a questão do desemprego. Sr. Deputado, pode consultar todas as minhas intervenções públicas
|
muito obrigado senhor deputado tentar responder a todas as as questões que colocou e que agradeço em primeiro lugar a questão do desemprego senhor deputado o senhor deputado pode consultar todas as minhas intervenções públicas em qualquer
| null | 0.285714
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Almeida Henriques.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_4_0002
| 1,280
| 22.372
|
em qualquer palco, e todas as declarações que prestei junto da comunicação social, quando, todos meses, sou convidado a comentar os dados do desemprego. Desafio-o a encontrar, em qualquer dessas afirmações, uma
|
domínio em qualquer palco consultar todas as minhas intervenções junto da comunicação social quando sou convidado todos os meses a comentar os dados do desemprego e desafio a encontrar em qualquer dessas afirmações uma
| null | 0.284404
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Almeida Henriques.
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M
| 53
|
|
10_1_115_4_0003
| 1,280
| 8.498
|
a imagem de mistificação daquela que é a situação do desemprego em Portugal
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uma que seja imagem de mistificação daquela que é a situação do desemprego em portugal
| null | 0.127907
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Almeida Henriques.
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M
| 53
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10_1_115_4_0004
| 1,280
| 26.945
|
Sempre disse, desde o primeiro momento, que a situação é grave, que não se resolve com passes de mágica, que não se pode inverter sem uma inversão da situação económica em Portugal. Sempre o disse, e com clareza. Faço parte de um Governo que, ao contrário de outros num passado muito recente, te
|
sempre disse desde o primeiro momento que a situação é uma situação grave que a situação não se resolve com passes de mágica que a situação não se pode inverter sem uma inversão da situação económica em portugal sempre o disse e o com clareza faço parte de um governo que teve a coragem ao contrário de outros num passado muito recente de assumir
| null | 0.176301
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
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Intervenção
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Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Almeida Henriques.
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M
| 53
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10_1_115_4_0005
| 1,280
| 29.624
|
no Programa de Estabilidade e Crescimento, que o desemprego ainda teria de aumentar durante um período de tempo. Portanto, não aceito qualquer crítica de mistificação relativamente à situação do desemprego
|
no plano de estabilidade e crescimento no programa de estabilidade e crescimento que o desemprego teria que subir ainda durante um período e portanto não aceito não aceito qualquer crítica de mistificação relativamente à situação do desemprego e mais relativamente ao trabalho do instituto de emprego e formação profissional no que respeita à construção dos dados sobre o desemprego inscrito
| null | 0.557545
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a António Almeida Henriques.
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M
| 53
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|
10_1_115_6_0001
| 1,280
| 29.215
|
os, sem deixar de responder às questões que colocou e que são, de facto, importantes, gostaria, se me permite, de ocupar um minuto e meio do meu tempo completando a resposta a algumas das questões que o Sr. Deputado Almeida Henriques colocou. Sr. Deputado, quando o PSD coloca algumas questões, que
|
muito obrigado senhor presidente muito obrigado senhora deputada se me permite eu gostaria de ocupar um minuto e meio da resposta sem deixar de responder às questões que colocou e que são de facto importantes para completar a resposta a algumas das questões que o senhor deputado almeida henriques perguntou ó senhor deputado há algumas questões que quando o psd as coloca eu questiono
| null | 0.548052
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Sónia Fertuzinhos.
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M
| 53
|
|
10_1_115_6_0002
| 1,280
| 19.471
|
por onde é que anda o PSD. O Sr. Deputado diz que nada foi apresentado do ponto de vista das qualificações? ! Sr. Presidente, Sr. Deputado
|
para onde é que anda o psd o senhor deputado diz que nada foi apresentado do ponto de vista das qualificações é verdade o senhor deputado este documento esta iniciativa novas oportunidades está a ser construída em todo o país
| null | 0.448889
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Sónia Fertuzinhos.
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M
| 53
|
|
10_1_115_8_0001
| 1,280
| 26.519
|
Deputado Jorge Machado, a questão do consenso, em concertação social, sobre subsídio de desemprego levanta o problema da dor-de-cotovelo em várias bancadas. Sr. Deputado, só se o senhor
|
muito obrigado senhor deputado jorge machado a questão do consenso em concertação social sobre o subsídio de desemprego pelos vistos levanta o problema da dor de cotovelo em várias bancadas ó senhor deputado só se o senhor deputado só se o senhor deputado não leu o documento
| null | 0.356364
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0002
| 1,280
| 15.154
|
face ao qual a CGTP, a UGT e três confederações patronais, e, na maior parte, mesmo quatro confederações patronais, deram o seu consenso, só se não o leu é que pode dizer que o que lá está é um conjunto de princípios vagos
|
face ao qual cgtp ugt três confederações patronais e na maior parte quatro confederações patronais deram o seu consenso só se não o leu é que pode dizer que o que lá está são um conjunto de princípios vagos
| null | 0.072816
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0003
| 1,280
| 19.266
|
Este documento, apresentado pelo Governo e face ao qual se gerou o consenso, depois, naturalmente, da discussão entre todos os parceiros, é um documento de orientações claras e precisas para a construção da legislação sobre subsídio de desemprego
|
o que está no documento apresentado pelo governo e face ao qual se gerou o consenso depois naturalmente de discussão entre todos os parceiros é um documento de orientações claras e precisas para a construção da legislação sobre o subsídio de desemprego
| null | 0.051587
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
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10_1_115_8_0004
| 1,280
| 27.475
|
Estão lá todas as questões essenciais, claramente, com prazos, com alteração de condições e com alterações de exigências. Não está feito o decreto-lei? Pois não, mas eu já disse aqui, nesta Casa, que a minha posição na concertação social, e é aceite pelos parceiros, é que na concertação social discutem-se documentos de orientação e produzem-se consensos a propósito
|
estão lá todas as questões essenciais claras com prazos com alteração de condições com alteração de exigência todas as questões concretas não está o lei pois não mas eu já disse aqui nesta casa que a minha posição na concertação social e é aceite pelos parceiros é que na concertação social se documentos de orientação e se consensos a propósito
| null | 0.15942
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0005
| 1,280
| 28.72
|
de documentos de orientação, na generalidade, e apenas a quem tem o dever e o direito de legislar deve ser concedida essa atribuição, ou seja, ou ao Governo ou à Assembleia da República, conforme o tipo de diploma. O Sr. Deputado perguntou-me como é que a legislação que resultará do consenso na concertação social vai auxiliar o combate ao desemprego e eu digo-lhe que é de forma muito significativa
|
de documentos de orientação na generalidade e apenas a quem tem o dever e o direito de legislar essa atribuição deve ser concedida ou seja ao governo ou à assembleia da república conforme o tipo de diploma me senhor deputado como é que como é que a legislação que resultará do consenso na concertação social vai auxiliar o combate ao desemprego de forma muito significativa
| null | 0.174263
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0006
| 1,280
| 7.662
|
Em primeiro lugar, e julgo que o Sr. Deputado estará comigo nesta luta
|
em primeiro lugar e eu julgo que o senhor deputado estará comigo nesta luta
| null | 0.093333
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0007
| 1,280
| 25
|
é preciso devolver ao subsídio de desemprego a dignidade e a moralização que, efectivamente, ele não tem. A generalidade dos portugueses tem, de facto, dúvidas sobre a eficácia dessa prestação e esta legislação, a não ser feita, agravaria essa distância, esse alheamento, essa falta de credibilidade de uma prestação tão importante como o subsídio de desemprego
|
é preciso devolver ao subsídio de desemprego a dignidade e a moralização que efetivamente ele não tem a generalidade dos portugueses tem de facto dúvidas sobre a eficácia dessa prestação e esta legislação a não ser feita agravaria essa distância esse distanciamento esse alheamento essa falta de credibilidade duma prestação tão importante como o subsídio de desemprego
| null | 0.062331
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0008
| 1,280
| 13.942
|
É por isso que o consenso social com todos os parceiros, que eu não vou agora repetir, foi um muito importante. E, mais: porque é que vai aumentar o emprego? Porque nesse
|
é por isso que o consenso social com os parceiros todos que eu que eu não vou agora repetir foi um consenso muito importante e mais porque é que vai aumentar o emprego porque nesse
| null | 0.155556
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0009
| 1,280
| 29.011
|
diploma estão previstas novas responsabilidades para o Estado. O Estado não se demite das suas responsabilidades, assume-as, assume responsabilidades de maior acompanhamento dos desempregados, de elaboração de planos pessoais de emprego, de um conjunto de instrumentos que não existem ou não são concretizados no actual quadro legislativo. É por isso que ele vai ser um instrumento de promoção do emprego, mas também porque vai evitar
|
diploma estão previstas novas responsabilidades com o estado o estado não se demite das suas responsabilidades assume assume responsabilidades de maior acompanhamento dos desempregados de elaboração de planos pessoal de emprego pessoais de emprego de um conjunto de instrumentos que não existem ou não são concretizados atualmente no atual quadro legislativo é por isso que ele vai ser um instrumento de promoção do emprego mas também porque vai evitar porque vai evitar
| null | 0.117021
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0010
| 1,280
| 25.836
|
aquilo que é um ataque ao coração dessa prestação, que é a possibilidade de acumular trabalho com subsídio de desemprego. Queremos evitar e erradicar essa irregularidade e foi por isso que todos os parceiros sociais estiveram, nesse aspecto, de acordo com o Governo, foi por isso que acordámos, produzimos e subscrevemos um consenso acerca deste documento de orientação
|
aquilo que é um ataque ao coração desta prestação que é a possibilidade de acumular trabalho com subsídio de desemprego nós queremos evitar erradicar essa irregularidade e é por isso que todos os parceiros chiais estiveram nesse aspeto de acordo com o governo e subscrevemos e acordámos e produzimos um consenso acerca deste documento de orientação
| null | 0.12931
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_115_8_0011
| 1,280
| 23.139
|
Deputado, quanto à questão dos idosos, das famílias e do complemento solidário para idosos, esse debate já foi feito. Admito opiniões distintas, admito que o PCP tenha uma posição diferente da que tem o Governo
|
senhor deputado a questão dos idosos das famílias e do rendimento do complemento solidário para idosos esse debate já foi feito admito opiniões distintas admito que o pcp tem uma posição diferente da que tem o governo
| null | 0.138249
|
2006-04-21
|
XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL
|
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
|
Intervenção
|
Debate sobre política de trabalho e segurança social. Responde a Jorge Machado.
|
M
| 53
|
|
10_1_117_20_0001
| 592
| 21.774
|
o Madeira Lopes, ouvi-o com atenção e quero dizer-lhe que, em relação à questão do nuclear, tenho uma posição que, em certa medida, converge com a sua, dado que considero que, neste momento, não há qualquer argumento válido para defender o nuclear
|
senhor deputado madeira lopes ouviu com atenção e quero dizer que em relação à questão do nuclear eu naturalmente tenho uma posição que em certa medida converge com a sua na medida em que considero que neste momento não há qualquer argumento válido para defender o nuclear
| null | 0.161765
|
2006-04-26
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Chamada de atenção para o perigo que as centrais nucleares representam, a propósito do vigésimo aniversário do acidente ocorrido em Chernobyl. Pede esclarecimento a Francisco Madeira Lopes.
|
M
| 61
|
|
10_1_117_20_0002
| 592
| 18.686
|
E esta é a posição do PS e do Governo! O Governo não considera, na sua agenda, a implementação do nuclear. Isto é claro! Todavia, o Sr. Deputado, que veio aqui defender esta temática com um arrazoado de valores
|
essa é a posição do ps e essa é a posição do governo o governo não tem na sua agenda a questão da implementação do nuclear isso é claro todavia o senhor que veio aqui defender essa temática com arrasoado valores
| null | 0.270142
|
2006-04-26
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Chamada de atenção para o perigo que as centrais nucleares representam, a propósito do vigésimo aniversário do acidente ocorrido em Chernobyl. Pede esclarecimento a Francisco Madeira Lopes.
|
M
| 61
|
|
10_1_117_20_0003
| 592
| 26.706
|
tem de compreender que a abordagem desta questão não pode ser um dogma de fé. Nós temos de discutir as implicações e há muitas envolventes na temática do nuclear que têm de ser objecto de debate. Como o Sr. Deputado viu, os efeitos da catástrofe de Chernobyl não ficaram circunscritos às fronteiras da Ucrânia
|
têm de compreender que a abordagem dessa temática não pode ser um dogma de fé nós temos que discutir as implicações e há muitas envolventes na temática do nuclear que têm de ser objeto do debate como se viu na questão de chernóbil os efeitos da catástrofe de chernóbil não ficaram ali circunscritos às fronteiras da ucrânia
| null | 0.130031
|
2006-04-26
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Chamada de atenção para o perigo que as centrais nucleares representam, a propósito do vigésimo aniversário do acidente ocorrido em Chernobyl. Pede esclarecimento a Francisco Madeira Lopes.
|
M
| 61
|
|
10_1_117_20_0004
| 592
| 10.546
|
se por toda a Europa, a milhares de quilómetros. Portanto, o Sr. Deputado não pode dizer que em Portugal, jamais
|
os efeitos se por toda a europa a milhares de quilómetros portanto o senhor não pode estar a dizer que em portugal jamais
| null | 0.231405
|
2006-04-26
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Chamada de atenção para o perigo que as centrais nucleares representam, a propósito do vigésimo aniversário do acidente ocorrido em Chernobyl. Pede esclarecimento a Francisco Madeira Lopes.
|
M
| 61
|
|
10_1_117_20_0005
| 592
| 26.485
|
sem ter em conta que há implicações que podem, efectivamente, ser perversas para os portugueses, para os castelhanos, para todos os habitantes da Península Ibérica
|
sem ter em conta que de facto há implicações que podem ser efetivamente perversas para os portugueses para os castelhanos para todos os habitantes da península ibérica e portanto se o ser é assim tão dogmático aconselho a se a correntar às portas da central de almaraz para que evitar que ela esteja em produção
| null | 0.5209
|
2006-04-26
|
PS- Partido Socialista
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Chamada de atenção para o perigo que as centrais nucleares representam, a propósito do vigésimo aniversário do acidente ocorrido em Chernobyl. Pede esclarecimento a Francisco Madeira Lopes.
|
M
| 61
|
|
10_1_117_42_0001
| 1,137
| 21.809
|
Presidente, Srs. Membros do Governo, Senhoras e Srs. Deputados, estou convicto de que não deve existir hoje, em Portugal, um único cidadão que não reconheça a importância que as medidas agro-ambientais representam para o desenvolvimento sustentável do mundo rural, excepção feita ao Sr. Ministro da Agricultura, Jaime Silva. Nunca a agricultura, em Portugal, foi tão falada e elevada a honras de prime time
|
senhor presidente senhores membros do governo senhor e senhores deputados estou convicto que não deve existir hoje em portugal um único cidadão que não reconheça a importância que as medidas agroambientais representam para o desenvolvimento sustentável do mundo rural exceção feita clara ao seu ministro da agricultura jaime silva nunca a agricultura em portugal foi tão falada e levada a honras de prime time
| null | 0.07824
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Pagamento dos compromissos assumidos pelo Governo no que diz respeito às medidas agro-ambientais. Pede esclarecimento a Jaime Silva.
|
M
| 33
|
|
10_1_117_42_0002
| 1,137
| 28.942
|
Mas serão a agricultura e os agricultores portugueses alvo de tantas atenções por boas razões? Infelizmente, não! Os noticiários abriram tantas e tantas vezes para dar conta de manifestações e de protestos dos agricultores portugueses contra a política deste Governo e contra a teimosia e arrogância do titular da pasta da agricultura. Este Ministro, em apenas um ano de governação, tentou pôr agricultores contra agricultores e conseguiu comprometer seriamente o futuro da agricultura portuguesa. Senão vejamos
|
mas será a agricultura e os agricultores portugueses alvo de tantas atenções por boas razões infelizmente não os noticiários abriram tantas e tantas vezes para dar conta de manifestações e de protestos dos agricultores portugueses contra a política deste governo e contra a teimosia e a arrogância do titular da pasta da agricultura este ministro em apenas um ano de governação tentou pôr agricultores contra agricultores e conseguiu comprometer seriamente o futuro da agricultura portuguesa senão vejamos
| null | 0.007921
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Pagamento dos compromissos assumidos pelo Governo no que diz respeito às medidas agro-ambientais. Pede esclarecimento a Jaime Silva.
|
M
| 33
|
|
10_1_117_42_0003
| 1,137
| 23.908
|
foi displicente face à seca; seguiu-se um apagamento e uma desresponsabilização política total perante a vaga de incêndios que assolou o País; por fim, o Sr. Ministro, não satisfeito, toma uma atitude da mais pura arrogância e desprezo pelos agricultores de Portugal. De facto, e apenas de uma assentada, acabou com as medidas agro-ambientais, com as compensações indemnizatórias e com a electricidade verde
|
foi displicente face à seca se um apagamento e uma desresponsabilização política total perante a vaga de incêndios que assolou o país e por fim o senhor ministro não satisfeito toma uma atitude a mais pura arrogância e desprezo pelos agricultores de portugal de facto e apenas de uma assentada acabou com as medidas agroambientais compensações indemnizatórias e eletricidade verde
| null | 0.071053
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Pagamento dos compromissos assumidos pelo Governo no que diz respeito às medidas agro-ambientais. Pede esclarecimento a Jaime Silva.
|
M
| 33
|
|
10_1_117_42_0004
| 1,137
| 13.208
|
Sobre as agro-ambientais, pouco resta acrescentar, excepto, talvez, afirmar e desmistificar esta campanha contra a lixiviação, uma medida que, nas palavras do Sr. Ministro, é pouco importante
|
sobre as agroambientais pouco resta a acrescentar exceto talvez afirmar e desmistificar esta campanha contra a lixiviação em uma medida que nas palavras do senhor ministro é pouco importante
| null | 0.052632
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Pagamento dos compromissos assumidos pelo Governo no que diz respeito às medidas agro-ambientais. Pede esclarecimento a Jaime Silva.
|
M
| 33
|
|
10_1_117_42_0005
| 1,137
| 21.45
|
Não posso deixar de lembrar ao Sr. Ministro que a introdução desta medida não só foi aprovada e aplaudida pela União Europeia como veio dar resposta a uma notificação desta a Portugal, precisamente por incumprimento da directiva comunitária respeitante à redução da poluição das águas por nitratos de origem agrícola
|
não posso deixar de lembrar ao senhor ministro não posso deixar de lembrar ao senhor ministro que a introdução desta medida não só foi aprovada e aplaudida pela união europeia como veio dar resposta a uma notificação desta a portugal precisamente por incumprimento da diretiva comunitária respeitante à redução da poluição das águas por nitratos de origem agrícola
| null | 0.142857
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Pagamento dos compromissos assumidos pelo Governo no que diz respeito às medidas agro-ambientais. Pede esclarecimento a Jaime Silva.
|
M
| 33
|
|
10_1_117_42_0006
| 1,137
| 18.311
|
é a verdade dos factos e que o Sr. Ministro tanto se esforça por esconder e escamotear. Mas falemos também de electricidade verde e de indemnizações compensatórias. O Sr. Ministro suspendeu o pagamento da electricidade verde com o argumento de que teria havido por aí alguns malfeitores e alguns abusos
|
esta aqui é a verdade dos factos e que o senhor ministro tanto se esforça por esconder e escamotear mas falemos também de eletricidade verde e de mandações compensatórias o senhor ministro suspendeu o pagamento de eletricidade verde com o argumento de que teriam havido por aí alguns malfeitores e alguns abusos
| null | 0.093248
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Pedido de esclarecimento
|
Pagamento dos compromissos assumidos pelo Governo no que diz respeito às medidas agro-ambientais. Pede esclarecimento a Jaime Silva.
|
M
| 33
|
|
10_1_117_48_0001
| 1,137
| 6.194
|
Presidente, gostaria de fazer chegar à Mesa uma cópia de uma notícia do Público, de dez de Março
|
senhor presidente é para fazer chegar uma cópia desta notícia do jornal público de dez de março
| null | 0.336842
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Interpelação à mesa
| null |
M
| 33
|
|
10_1_117_48_0002
| 1,137
| 27.628
|
dá conta de uma manifestação, em Mirandela, ... ... com quatro mil agricultores, a maior manifestação de sempre registada nesta região. Quer parecer-me que o Sr. Ministro não teve conhecimento - se calhar, estava ausente do País, o que é legítimo -, mas vou fazê-la chegar à Mesa. Em segundo lugar, Sr. Ministro, quando ao que acabou de dizer, isto é, que vou ter uma surpresa e que vou receber uma missiva, gostaria de dizer-lhe que dispensaria as suas missivas, se o senhor respondesse aos requerimentos. Responda aos requerimentos e escusa de enviar missivas
|
dando conta de uma manifestação em mirandela com quatro mil agricultores e que foi a maior manifestação de sempre registada nesta região me parecer que o senhor ministro não teve conhecimento se calhar estava ausente no país é legítimo mas eu lhe a fazer chegar e em segundo lugar enquanto há aquilo que acaba de me dizer que vou ter uma surpresa e que vou receber uma missiva ó senhor ministro eu dispensava as suas missivas se o senhor respondesse aos requerimentos responda aos requerimentos que escusa de enviar missivas
| null | 0.183206
|
2006-04-26
|
PSD- Partido Social Democrata
|
Deputado
|
Interpelação à mesa
| null |
M
| 33
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10_1_11_20_0001
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| 25.836
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os do Governo, Senhoras e Srs. Deputados: O Governo apresenta hoje, nesta Câmara, uma proposta de lei sobre a distribuição fora das farmácias de medicamentos que não necessitam de receita médica. Trata-se de uma medida no contexto da política de medicamentos que, embora possa vir a revelar-se acertada, consideramos acessória
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senhor presidente senhores ministros e senhores secretários de estado senhoras e senhores deputados o governo apresenta hoje nesta câmara uma proposta de lei sobre a distribuição fora das farmácias de medicamentos que não necessitam de receita médica se de uma medida no contexto da política de medicamentos que embora possa havir a se acertada consideramos acessória
| null | 0.215259
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0002
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| 17.048
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Esperamos que, acima de tudo, não sejam esquecidos os verdadeiros problemas da saúde e fazemos votos para que o Governo não se detenha em detalhes, certamente importantes, mas não determinantes da política de saúde ou do equilíbrio do sistema
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esperamos que acima de tudo não sejam esquecidos os verdadeiros problemas da saúde e fazemos votos para que o governo não se detenha em detalhes certamente importantes mas não determinantes da política de saúde ou do equilíbrio do sistema
| null | 0
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0003
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| 27.577
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nem tão pouco da orientação da racionalização das despesas e da melhoria da eficiência da gestão do sistema de saúde. Porém, fazemos questão de lembrar, e logo na apresentação desta primeira medida emblemática na área da saúde, que, entre mil e novecentos e noventa e cinco e dois mil e um, os gastos públicos com a saúde cresceram oitenta e cinco por cento e no mesmo período os gastos públicos com medicamentos
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nem tão pouco da orientação da racionalização das despesas e da melhoria da eficiência da gestão do sistema de saúde porém fazemos questão de lembrar e logo na apresentação desta primeira medida emblemática na área da saúde que entre noventa e cinco e dois mil e um os gastos públicos com a saúde cresceram oitenta e cinco por cento e no mesmo período os gastos públicos com medicamentos
| null | 0.049096
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0004
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| 28.174
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cresceram acima dos setenta e três por cento, com uma taxa nominal de onze por cento, que era, obviamente, insustentável, como ficou claramente provado. As condições em que o Serviço Nacional de Saúde se encontrava em dois mil e dois exigiram e levaram a uma urgente reforma na saúde e particularmente na área do medicamento. A política do medicamento assentou então e desenvolveu-se em quatro pilares
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cresceram acima dos setenta e três por cento com uma taxa nominal de onze por cento que era obviamente insustentável como ficou claramente provado as condições em que o serviço nacional de saúde se encontrava em dois mil e dois exigiram e levaram a uma urgente reforma na saúde e particularmente na área do medicamento a política do medicamento assentou então e se em quatro pilares
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0005
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a prescrição obrigatória por denominação comum internacional ; a adopção de preços de referência; a receita única, uniformizada e renovável, como forma de integração da equipa de profissionais e de liberdade do doente; todo o estímulo ao consumo de genéricos
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a prescrição obrigatória por dci a adoção de preços de referência a receita única uniformizada e renovável como forma de integração da equipa de profissionais e de liberdade do doente e todo o estímulo ao consumo de genéricos
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0006
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O objectivo destas medidas foi o aumento substancial do mercado dos genéricos, gerando uma maior acessibilidade aos medicamentos e, por outro lado, racionalizando os gastos, com as devidas implicações para a saúde pública e para o desperdício dos dinheiros públicos
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o objetivo destas medidas foi o aumento substancial do mercado dos genéricos gerando uma maior acessibilidade aos medicamentos e por outro lado racionalizando os gastos com as devidas implicações para a saúde pública e para o desperdício dos dinheiros públicos
| null | 0.003846
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0007
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Os genéricos tornaram-se uma prioridade política dos vários governos. No entanto, foi com o anterior que, pela primeira vez, se obtiveram resultados em vez de meras promessas, e os números são bem elucidativos. Não posso deixar de voltar a falar neste tema e incentivar o actual Governo a continuar esta revolução com firmeza
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os genéricos se uma prioridade política dos vários governos no entanto foi com o anterior que pela primeira vez se obtiveram resultados em vez de meras promessas e os números são bem elucidativos não posso deixar de voltar a falar neste tema e incentivar o atual governo a continuar esta revolução com firmeza
| null | 0.029126
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0008
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| 16.518
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porque, Senhoras e Srs. Deputados, não bastam boas ideias, é preciso ter coragem política para as implementar. Pela primeira vez, nos últimos cinco anos, o crescimento da factura com medicamentos foi reduzida em cerca de cinquenta por cento
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porque senhoras e senhores deputados não bastam boas ideias é preciso ter coragem política para as implementar pela primeira vez nos últimos cinco anos o crescimento da fatura com medicamentos foi reduzida em cerca de cinquenta por cento
| null | 0.025316
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0009
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| 19.727
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Os medicamentos genéricos passaram de uma quota de mercado irrisória de zero vírgula três por cento, em dois mil e um, para uma quota de nove, sete por cento , em dois mil e quatro, o que configura uma situação única de crescimento no contexto dos países da União Europeia. Em menos de um ano
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os medicamentos genéricos passaram de uma quota de mercado irrisória de zero vírgula três por cento em dois mil e um para uma quota de nove vírgula sete por cento em dois mil e quatro o que configura uma situação única de crescimento no contexto dos países da união europeia em menos de um ano
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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10_1_11_20_0010
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| 12.287
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o Orçamento do Estado pagou menos setenta e um milhões de euros e o cidadão gastou menos vinte e oito milhões de euros, o que dá uma economia global de cerca de cem milhões de euros
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o orçamento do estado pagou menos setenta e um milhões de euros e o cidadão gastou menos vinte e oito milhões de euros o que dá uma economia global de cerca de cem milhões de euros
| null | 0
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2005-04-21
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PSD- Partido Social Democrata
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Deputada
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Intervenção
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Proposta de lei n.º 2/X — Autoriza o Governo a legislar sobre a distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.
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F
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